Não se fazem passageiros como antigamente! (Parte 1)
Sumi não!
tô aqui muito bem por sinal. Motivos alheios me fizeram afastar um pouco dessa vida de blogger.Pois é, tô de férias e vocês não sabem o quanto é importante esse período para um vestibulando.Depois de você ser massacrado por praticamente períodos integrais quase todos os dias, em julho você precisa de uma folga.
Essa folga foi boooaa!! Viajei cheguei ontem do primeiro mundo, fui pra Bahia. Oxê gente, Bahia primeiro mundo? Nem toda pode ser mas a cidade que eu tava era sim! Luís Eduardo Magalhães é o nome da cidade.Primeiro mundo na certa, lá você parece que está em outro país. Bom, a viagem de ônibus e tal, de ida foi ótima, mas a viagem de volta, se eu tivesse uma bomba tacava no ônibus(não so terrorista ok?).
As crianças insanas e enjoadas resolveram fazer uma caravana naquele ônibus juntamente com mães um pouco tapadas.Vou dividir em capítulos, a insanidade dos passageiros incluindo as crianças:
Capítulo 1:
2 minutos de viagem, após apagarem as luzes.Um senhor super mal encarado, ele me olhava(eu só podia estar cagado ou coisa do tipo) me encarava parecia que eu estava matando um patinho recém-nascido, sabe aquele olhar “vire-se e nunca mais olhe pra mim” esse mesmo. Ele abre um livro e acende aquela luizinha penetrante que ilumina o ônibus todo e não deixa ninguém dormir.Ele ficou lendo aquilo por mais ou menos 30 minutos. Em um ônibus 30 minutos é uma eternidade. Quando o carinha mal encarado desliga a luz uma mulher liga a luizinha do assento dela e vai ler revista de fofoca sobre a novela das 8.Troféu Joinha para esses caras. O pior de tudo era o cara que tava do meu lado, ele era tão sonso, mas tão sonso, que não tem palavras para expressar tal “sonsidade”(existe essa palavra?). Nossa ele tava querendo me irritar só pode! Roubou meu lugar na janela e fingia que dormia pra eu não acordar ele, apenas para trocar de assento(olha que cara chato, ele tava me testando só pode!).E tem mais, a turma da cozinha do busão. Eu não entendia nada o que aquelas mulheres da frente falavam, só ouvia risadas, risadas e risadas. Ainda bem que elas estavam pra lá da Faixa de Gaza.
Tlim Dom; você se pergunta! Faixa de Gaza do Busão? Sim, todo busão tem, divide o ônibus entre perto do banheiro que é pra cá da faixa de Gaza ( depois do 20º assento) e pra lá da Faixa de Gaza(longe do banheiro), onde a turma da cozinha estava.
Bom, voltando… elas riam tanto que as pessoas que estavam perto delas murmuravam de sono. Eita mulheres insanas, elas me davam medo com aquelas risadas, não familiares. Mas tudo bem, a pior parte ainda não chegou…
É A PARTE DAS CRIANCINHAS, e é quando o senhor mal encarado brinca com uma delas, isso eu conto depois… deixa pro capítulo 2.
Abraços Amigos, Romanos e Conterrâneos a todos.
Mateus Pereira.
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